Vestibular rehabilitation in patients with benign paroxysmal positional vertigo
Reabilitação vestibular em portadores de vertigem posicional paroxística benigna
João Simão de Melo Neto; Ana Elisa Zuliani Stroppa; Carlos Arantes Parrera; Wilson Franscisco Maximiano; Cláudia Augusta Hidalgo
Abstract
Purpose: to evaluate, by means of the dizziness handicap questionnaire, the effect of a Vestibular Rehabilitation (VR) protocol in patients with benign paroxysmal positional vertigo (BPPV), seven days after the first intervention and six months after the second intervention.
Method: patients undergoing BPPV diagnosis confirmation by a positive Dix-Hallpike maneuver were assessed (collection) by the Dizziness Handicap Inventory – Brazilian (DHI-Brazilian) before the first intervention, after the second (seven day interval) and six months after the second one. The interventions consisted of cervical relaxation, Epley and postural restrictions were applied after the first assessment and before the second evaluation, with an interval of seven days. The results were statistically analyzed.
Results: nine women with an average 63-year old (standard deviation 4.6). Were found in DHI-Brazilian aspects: Physical – the collection 1 a mean of 2.6a(±0.17); collection 2 of 0.82b(±0.24); collection 3 of 1.43b(±0.43) with p≤0.05; Functional – the collection 1 a mean of 1.73(±0 21); collection 2 of 0.93(±0.27); collection 3 of 1.28(±0.39); Emotional – the collection 1 a mean of 1.03(±0.24); collection 2 of 0.49(±0.23); collection 3 of 0.82(±0.36).
Conclusion: the BPPV, when evaluated by the DHI-Brazilian, harms the patients in some aspects and vestibular rehabilitation, with the application of the proposed protocol, it promoted improved quality of life, with greater reduction in symptoms, seven days after the first intervention. After six months there was some reduction in the status of improvements, but it still remained in better condition comparing with the first collection.
Keywords
Resumo
Objetivo: verificar, por meio do questionário handicap de tontura, o efeito de um protocolo de Reabilitação Vestibular (RV) em portadores de Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) sete dias após primeira intervenção e seis meses após a segunda intervenção.
Método: pacientes submetidos à confirmação diagnóstica de VPPB pela positividade da manobra Dix-Hallpike foram avaliados (coleta) pelo questionário Dizziness Handicap Inventory – brasileiro (DHI-brasileiro), antes da primeira intervenção, após a segunda (intervalo de sete dias) e seis meses após a segunda intervenção. As intervenções constavam de relaxamento cervical, manobra de Epley e restrições posturais e foram aplicadas logo após a primeira avaliação e antes da segunda avaliação, com intervalo de sete dias. Os resultados obtidos foram submetidos à análise estatística.
Resultados: nove mulheres com média de 63 anos (desvio padrão 4,6) fizeram parte da amostra. Foram encontradas as seguintes pontuações no DHI-brasileiro: Aspecto Físico – apresentou média na coleta 1 de 2,6a(±0,17); coleta 2 de 0,82b (±0,24); coleta 3 de 1,43b(±0,43) com p≤0,05; Funcional – apresentou média na coleta 1 de 1,73(±0,21); coleta 2 de 0,93(±0,27); coleta 3 de 1,28 (±0,39); Emocional – apresentou média na coleta 1 de 1,03(±0,24); coleta 2 de 0,49 (±0,23); coleta 3 de 0,82 (±0,36).
Conclusão: a VPPB quando avaliada pelo DHI-brasileiro, traz prejuízos aos portadores em alguns aspectos e a reabilitação vestibular, com a aplicação do protocolo proposto, promoveu melhora na qualidade de vida, com maior redução dos sintomas sete dias após a primeira intervenção. Após seis meses houve certa redução do quadro de melhora, porém este ainda se manteve em melhores condições quando comparado à primeira coleta.
Palavras-chave
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Submetido em:
20/01/2011
Aceito em:
19/06/2011


