Transient evoked otoacoustic emissions (teoe): newborn hearing screening program protocols
Emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente: protocolos de triagem auditiva neonatal
Isabela Freixo Côrtes-Andrade; Daniela Veronese Bento; Doris Ruthi Lewis
Abstract
Purpose: to describe the results of three TEOE protocols obtained from automatic equipment used in a Newborn Hearing Screening Program.
Method: during two months, TEOEs of 287 neonates in São Paulo were studied. To register them, we used a three-protocol, set up with different pass/fail criteria. The following protocols were registered: Protocol A: to pass in four frequency bands, not necessarily consecutive-; Protocol B: to pass in three frequency bands, not necessarily consecutive – and Protocol C: to pass in two frequency bands, not necessarily consecutive, as well. The parameters that we used to consider these answers were: reproducibility above 50%, as well as signal/noise ratio > 3dB at 1.0 and 1.5 kHz and > 6dB at 2.0, 3.0 and 4.0 kHz.
Results: TEOEs of 574 ears were analyzed and the 2.0, 3.0 and 4.0 frequencies showed the highest pass percentages (94.1, 95.8 and 92.7% for protocols A, B and C respectively). Protocol C showed the highest pass percentage, achieving 96,9%. Nevertheless, the results obtained in Protocol B, which had the presence of three bands, showed a similar percentage to Protocol C (96,2%). Therefore, there was a not statistically significant difference between Protocols B and C. 1.0 kHz frequency achieved a percentage of only 9.9 in the tested ears.
Conclusions: one has to research Protocols A, B and C with gold standard in order to verify which one suits best in terms of sensibility and specificity, even though the three protocols studied showed similar results in pass criteria for two or three frequency bands.
Keywords
Resumo
Objetivo: descrever os resultados de três protocolos de EOAET de um equipamento automático utilizado em um Programa de TAN.
Método: o equipamento utilizado foi programado com três critérios diferenciados de passa/falha. Protocolo A: Passar em 4 bandas de frequência, não precisando ser consecutivas; Protocolo B: Passar em 3 bandas de frequência, não precisando ser consecutivas e Protocolo C: Passar em 2 bandas de frequência, não precisando ser consecutivas. Os parâmetros para considerar presença de respostas foram: reprodutibilidade acima de 50%, relação sinal ruído > que 3dB em 1.0 e 1.5kHz e > 6dB em 2.0, 3.0 e 4.0kHz.
Resultados: 574 orelhas foram analisadas, sendo que as bandas de frequência de 2.0, 3.0 e 4.0kHz foram as que apresentaram percentuais de “passa” mais elevados (94,1; 95,8 e 92,7%, respectivamente). A banda de frequência de 1.0kHz obteve resposta presente em apenas 9,9% das orelhas testadas. Verificou-se que a análise do Protocolo C (2 bandas) foi a que apresentou o maior percentual de passa (96,9%). Porém este percentual não é considerado estatisticamente diferente do Protocolo B, 3 bandas, (96,2%) com valor de p=0,520. Assim, ambas as bandas são consideradas iguais, podendo-se utilizar qualquer uma das duas. Entretanto o Protocolo A (4 bandas) obteve 79,8% de percentual de passa, apresentando uma taxa de falha elevada (22,2%).
Conclusões: deve-se pesquisar, com o padrão-ouro, todos os protocolos para verificação daquele com melhor sensibilidade e especificidade, apesar de terem apresentado resultados similares entre critérios de passa para 2 ou 3 bandas de frequência.
Palavras-chave
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Submetido em:
28/03/2011
Aceito em:
28/07/2011


