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https://revistacefac.org.br/article/doi/10.1590/S1516-18462012005000027
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Occurrence of repair strategies for the stops considering the severity of the phonological disorder

Ocorrência das estratégias de reparo para os fonemas plosivos, considerando o grau do desvio fonológico

Aline Berticelli; Helena Bolli Mota

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Abstract

Purpose: to check the occurrence of repair strategies for the phonemes /b/, /d/, /k/ e /g/ and their relation to the severity of phonological disorder.

Method: 54 subjects were selected with a diagnosis of phonological disorder who had repair strategies for the stops / b /, / d /, / k / and / g / in the onset positions (initial and / or medial), with 40% of employment in their phonological systems. Data were statistically analyzed using the Statistical Analysis System program, version 8.02, and using the Fisher Test. The level of significance was 5% (p< 0.05).

Results: there was a significant difference for / b / with greater frequency of devoicing in children from moderate-severe and severe degrees, and backing and use of two or more strategies in the severe degree. Statistically significant difference for /d/ with greater frequency of backing in the subjects with mild degree, of devoicing and use of two or more strategies in patients with moderate-severe degree, and devoicing in those with severe degree.

Conclusion: the more complex in terms of acquisition and production are the stops, most repair strategies are used. And yet, the greater is the degree of phonological disorder, the greater is the number of times where these strategies are used, showing that the child has less phonological knowledge.

Keywords

Child; Child Language; Speech

Resumo

Objetivo: verificar a ocorrência ou não de estratégias de reparo para os fonemas /b/, /d/, /k/ e /g/ e a relação destas estratégias com a gravidade do desvio fonológico.

Método: selecionados 54 sujeitos com diagnóstico de desvio fonológico que apresentavam estratégias de reparo para as consoantes plosivas /b/, /d/, /k/ e /g/ nas posições de onset inicial e/ou medial, com emprego de 40% em seu sistema fonológico. Os dados foram submetidos à análise estatística por meio do programa Statistical Analysis System, versão 8.02, utilizando-se o Teste Exato de Fisher. O nível de significância adotado para os testes estatísticos foi de 5% (p< 0.05).

Resultados: verifica-se diferença estatisticamente significativa para o /b/ com maior frequência de dessonorização nas crianças com desvio moderadamente-grave e desvio grave, e de posteriorização, sendo utilizadas duas ou mais estratégias pelas crianças com desvio grave. Diferença estatisticamente significativa para o /d/ com maior frequência de posteriorização nos sujeitos com desvio leve, de dessonorização e duas ou mais estratégias naqueles com desvio moderadamente-grave e a dessonorização por aqueles com desvio grave.

Conclusão: quanto mais complexos em termos de aquisição e produção são os fonemas plosivos, mais estratégias de reparo são utilizadas. E ainda, quanto maior o grau do desvio fonológico, maior é a quantidade de vezes que este recurso é usado, demonstrando que a criança possui um menor conhecimento fonológico.

Palavras-chave

Criança; Linguagem Infantil; Fala

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Submitted date:
07/06/2011

Accepted date:
31/08/2011

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