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Delimitation of the area named augmentative and alternative communication (AAC)

Delimitação da área denominada comunicação suplementar e/ou alternativa (CSA)

Simone Infingardi Krüger; Ana Paula Berberian; Scheilla Maria Orlosqui Cavalcante da Silva; Ana Cristina Guarinello; Giselle Athayde Massi

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Abstract

In this study, a historical review was carried out on the delimitation and dissemination of Augmentative and Alternative Communication AAC, both nationally and internationally. The aim was to understand how such area is developing. It is assumed that AAC is a semiotic activity comprising verbal and non-verbal, sign-based materials for mediating dialogic interactions, thereby, facilitating language acquisition and learning processes involving subjects with significant speech impairments. The purpose is to identify developments and general trends in order to establish an overview of the research area. The access to events, facts and knowledge behind AAC was carried out by a literature review of national and international publications, specially in the United States, Canada and Brazil from the 1950s until present day. An understanding of the main components constituting the research area was achieved for the past five decades. The definition of AAC as a specific area has taken place from the 1950s, both nationally and internationally. To conclude, we advocate that AAC should not be considered and organized as a specialized area, but should be associated with different language-oriented, health and education disciplines, which consider the historicity and complexity of the pertaining phenomena.

Keywords

Communication Aids for the Disabled; Speech, Language and Hearing Sciences; Education

Resumo

Realizou-se um resgate histórico acerca da delimitação e difusão da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa (CSA) em âmbito internacional e nacional, a fim de elucidar como a área vem sendo constituída, bem como uma revisão da literatura para identificar as principais concepções de linguagem que vêm fundamentando a produção acadêmica em CSA no contexto internacional e nacional. Parte-se do pressuposto de que a CSA é uma atividade semiótica composta por signos verbais e não-verbais que medeiam as interações dialógicas, favorecendo a apropriação da linguagem, a aprendizagem e, portanto, a constituição do sujeito com significativas limitações de fala. Pretende-se apreender movimentos e tendências comuns que permitam estabelecer um panorama geral de constituição desta área. O acesso aos acontecimentos, fatos e conhecimentos que participam da delimitação da CSA se deu a partir de revisão de fontes documentais e de revisão de literatura, nacional e internacional, que abordavam, especialmente tais movimentos nos Estados Unidos da América (EUA), Canadá e Brasil, a partir da década de 1950 até a atualidade. Puderam-se apreender, nas cinco últimas décadas, elementos que participaram da constituição de tal área em âmbito internacional. Chega-se a conclusão que a CSA passa a ser identificada como uma área específica a partir de 1950, internacionalmente e no Brasil, a partir do final da década de 1970. Defende-se a ideia de que a CSA não deve ser considerada e organizada como uma área especializada deve sim ser constituída por diferentes disciplinas atreladas às áreas da saúde e da educação que, voltadas à linguagem, considerem a historicidade e complexidade dos fenômenos envolvidos.

Palavras-chave

Auxiliares de Comunicação para Pessoas com Deficiência; Fonoaudiologia; Educação

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Submetido em:
19/06/2016

Aceito em:
10/03/2017

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