Nasal airflow measures and peak inspiratory flow in mouth-breathing children before and after nasal cleansing and massage maneuvers
Medidas do fluxo aéreo nasal e do pico de fluxo inspiratório em crianças respiradoras orais antes e após manobras de limpeza e massagem nasal
Silvio Ricardo Couto de Moura; Hilton Justino da Silva; Merly Fernanda Illera Castellanos; Luciana de Barros Correia Fontes; Niedje Siqueira de Lima; Thiago Freire Pinto Bezerra; Daniele Andrade da Cunha
Abstract
This study aimed at investigating the effects of nasal cleansing and massage maneuvers on upper airway patency in mouth-breathing children. This is a case report on eight children, aged 7 to 10 years, with a speech-language-hearing diagnosis of mouth breathing and otorhinolaryngological assessment and clinical diagnosis of rhinitis. Nasal airflow and patency were respectively assessed with the Glatzel mirror and Peak Nasal Inspiratory Flow (PNIF). Then, they were submitted to nasal cleansing and massage maneuvers with a saline solution, followed by reassessment with the Glatzel mirror and PNIF to compare results. The medians of total nasal airflow quantification were significant. Data on unilateral nasal cavity measurement indicated a sharp increase in nasal airflow in each nostril, with statistically significant differences between before and after nasal cleansing and massage maneuvers. The medians of the total PNIF were significant after the cleansing. It is concluded that the nasal airflow increased in PNIF after the cleansing maneuver.
Keywords
Resumo
Esse estudo objetivou investigar o efeito da manobra de limpeza e massagem nasal na permeabilidade da via aérea superior de crianças com respiração oral. Trata-se de um relato de caso no qual foram selecionadas oito crianças com idade entre 7 a 10 anos apresentando diagnóstico fonoaudiológico de respiração oral, com avaliação otorrinolaringológica e diagnóstico clínico de rinites. Realizou-se as avaliações da aeração nasal e permeabilidade nasal, utilizando o espelho milimetrado de Altmann e o Peak Nasal Inspiratory Flow (PNIF), respectivamente. Em seguida, executou-se as manobras de limpeza e massagem nasal com soro fisiológico. Ao término, utilizou-se novamente o espelho de Altmann e o PNIF para comparar os resultados. Os resultados obtidos pelas medianas na quantificação da aeração nasal total foram significantes. Os dados da mensuração das cavidades nasais unilateralmente indicaram aumento acentuado na aeração nasal em cada narina, tendo diferenças estatisticamente significante quando comparados com os valores antes e depois das manobras de limpeza e massagem nasal. Os valores obtidos pelas medianas no Fluxo Nasal Máximo Inspiratório Total foram significantes após a limpeza. Concluiu-se que houve aumento da aeração nasal no fluxo nasal máximo inspiratório após manobra de limpeza.
Palavras-chave
References
1. Lima ACD, Cunha DA, Albuquerque RC, Costa RNA, Silva HJ. Alterações sensoriais em respiradores orais: revisão sistemática baseada no método prisma. Rev. paul. pediatr. 2019;37(1):97-103.
2. Veron HL, Antunes AG, Milanesi JM, Corrêa ECR. Implications of mouth breathing on the pulmonar function and respiratory muscles. Rev. CEFAC. 2016;18(1):242-51.
3. Roggia B, Santos FVAV, Correa B, Rossi AG. Posture and body balance of schoolchildren aged 8 to 12 years with and without oral breathing. CoDAS. 2016;28(4):395-402.
4. Mattos FMGF, Bérzin F, Nagae MH. The impact of oronasal breathing on perioral musculature. Rev. CEFAC. 2017;19(6):801-11.
5. Milanesi JM, Berwig LC, Marquezan M, Schuch LH, Moraes AB, Silva AMT et al. Variables associated with mouth breathing diagnosis in children based on a multidisciplinary assessment. CoDAS. 2018;30(4):e20170071.
6. Pereira TC, Furlan RMMM, Motta AR. Relationship between mouth breathing etiology and maximum tongue pressure. CoDAS. 2019;31(2):e20180099.
7. Chambi-Rocha A, Cabrera-Domínguez ME, Domínguez-Reyes A. Breathing mode influence on craniofacial development and head posture. J. Pediatr. 2018;94(2):123-30.
8. Sousa V, Paço M, Pinho T. Implicações da respiração oral e deglutição atípica na postura corporal. Nascer e Crescer. 2017;26(2):89-94.
9. Cunha DA, Silva GAP, Silva HJ. Repercussões da respiração oral no estado nutricional: por que acontece? Arquivos Int. Otorrinolaringol. 2011;15(2):223-30.
10. Melo ACC, Gomes AOC, Cunha DA, Lima SJH, Lima WRP, Cunha RA et al. Change in the nose áreas in children with mouth breathing after nasal cleansing and massage. CoDAS. 2016;28(6):770-7.
11. Melo FMG, Cunha DA, Silva HJ. Avaliação da aeração nasal pré e pós a realização de manobras de massagem e limpeza nasal. Rev. CEFAC. 2007;9(3):375-82.
12. Melo DL, Santos RVM, Perilo TVC, Becker HMG, Motta AR. Mouth breathing evaluation: use of Glatzel mirror and peak nasal inspiratory flow. CODAS. 2013;25(3):236-41.
13. Nascimento MA, Santos GC, Freire RFF. Avaliação do peak flow antes e após exercícios. Ciências biológicas e da saúde. 2015;2(3):11-20.
14. Costa M, Valentim AF, Becker HMG, Motta AR. Findings of multiprofessional evaluation of mouth breathing children. Rev. CEFAC. 2015;17(3):864-78.
15. Santos ECB, Silva HJ, Correia ARC, Portella PRLG, Cunha DA. Quantitative evaluation of tongue pressure in children with oral breathing. Rev. CEFAC. 2019;21(2):e6318.
16. Marson A, Tessitore A, Sakano E, Nemr K. Efetividade da fonoterapia e proposta de intervenção breve em respiradores orais. Rev. CEFAC. 2012;14(6):1153-66.
17. Cunha DA, Melo ACC, Carvalho ASCC, Lima ACD, Melo FGA, Ferreira KRG et al. Proposta de protocolo de identificação de sinais e sintomas da respiração oral (PISSRO). In: III Enexc Encontro de Extensão e Cultura da UFPE 2017, Recife, PE. Anais.
18. Swoboda S, Thulesius HL, Jessen M. Paradoxical increase in nasal airway resistance after topical nasal decongestion does it really exist? A retro- and prospective study. Clin Otolaryngol. 2016;41(6):689-93.
19. Mendes A, Wandalsen G, Solé D. Objective and subjective assessments of nasal obstruction in children and adolescents with allergic rhinitis. J Pediatr. 2012;88(5):389-95.
20. Tugrul S, Dogan R, Eren SB, Meric A, Ozturan O. The use of large volume low pressure nasal saline with fluticasone propionate for the treatment of pediatric acute rhinosinusitis. Int J Pediatr Otorhinolaryngol. 2014;78(8):1393-9.
21. Milanesi JM, Berwig LC, Busanello-Stella AR, Trevisan ME, Silva AMT, Corrêa ECR. Nasal patency and craniocervical posture in scholar children. Fisioter. Pesqui. 2017;24(3):327-33.
22. Ottaviano G, Fokkens WJ. Measurements of nasal airflow and patency: a critical review with emphasis on the use of peak nasal inspiratory flow in daily practice. Allergy Eur J Allergy Clin Immunol. 2016;71(2):162-74.
23. Silva AML. Rinometria acústica: valores de referência numa população de estudantes universitários [dissertation]. Lisboa (Portugal): Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa; 2012.
Submitted date:
09/20/2022
Accepted date:
11/08/2022


