Does self-correction in the Rapid Naming Test reflect cognitive and language performance in teens?
A autocorreção no Teste de Nomeação Rápida reflete o desempenho cognitivo e linguístico em adolescentes?
Luciana Cássia de Jesus; Vanessa de Oliveira Martins-Reis; Luciana Mendonça Alves
Abstract
Objective: to describe the occurrence of self-correction among adolescents in the rapid automatic naming test and the influence of schooling, type of visual stimulation and cognitive and language skills.
Methods: 83 typical adolescents from 11 to 16 years old, enrolled from 6th to 9th grade of two public schools in Belo Horizonte participated in the study. The following tests were applied: rapid automatic naming, NEUPSILIN Brief Neuropsychological Assessment Instrument and Boston Naming. During rapid naming, substitutions and self-correction were accounted for. The variation in the number of errors, with and without self-correction, was related to schooling, functions and skills evaluated. Appropriate statistical tests were applied, adopting a significance level lower than 0.05.
Results: individuals who made no mistakes had a better performance in attention, executive functions, memory, and vocabulary than those who made. Adolescents who performed self-correction were better at attention than those who did not correct themselves. Non-alphanumeric stimuli presented a higher occurrence of self-correction. Non-alphanumeric and alphanumeric tasks differed in terms of number of errors, both with and without self-correction. Adolescents from the early and late years of middle school differed regarding self-correction in the task of naming letters.
Conclusion: self-correction was frequent in the evaluated sample and differentiated the group of adolescents who self-corrected or not, regarding attention, executive functions and vocabulary.
Keywords
Resumo
Objetivos: descrever a ocorrência da autocorreção entre adolescentes no teste de nomeação automática rápida e a influência da escolaridade, tipo de estímulo visual e de habilidades cognitivas e linguísticas.
Métodos: participaram 83 adolescentes típicos de 11 a 16 anos, matriculados do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de duas escolas públicas de Belo Horizonte. Foram aplicados os testes: nomeação automática rápida, NEUPSILIN Instrumento de Avaliação Neuropsicológica Breve e Nomeação de Boston. Durante a nomeação rápida foram contabilizadas as substituições e a autocorreção. A variação do número de erros, com e sem autocorreção, foi relacionada à escolaridade, funções e habilidades avaliadas. Foi realizada análise estatística pertinente adotando-se o nível de significância menor que 0,05.
Resultados: os indivíduos que não cometeram erros apresentaram melhor desempenho na atenção, funções executivas, memória e vocabulário do que os indivíduos que cometeram erros. Os adolescentes que realizaram autocorreções foram melhores em atenção do que aqueles que não realizaram a autocorreção. Os estímulos não alfanuméricos apresentaram maior ocorrência de autocorreção. As tarefas não alfanuméricas e alfanuméricas se diferenciaram em termos de variação do número de erros com e sem autocorreção. Os adolescentes dos anos iniciais e finais do ensino fundamental II se diferenciaram na tarefa de nomeação de letras quanto à ocorrência de autocorreção.
Conclusão: a autocorreção se mostrou frequente na amostra avaliada e diferenciou o grupo de adolescentes, que realizam ou não a autocorreção, com relação à atenção, funções executivas e vocabulário.
Palavras-chave
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Submitted date:
06/22/2019
Accepted date:
12/09/2019


