Autonomy and participatory aging: a dialogical practice
Autonomia e velhice participativa: um trabalho dialógico
Giselle Massi; Maria Cristina Miller Chaves; Frances Tockus Wosiacki; Adriele Paisca; Roxele Ribeiro Lima; Rita Tonocchi; Ana Paula Hey
Abstract
Purpose: to understand the effects that dialogical practices can have on the social participation and autonomy of people over 60 years old, as well as the way they face their own aging.
Methods: this qualitative study was based on the dialogical discourse analysis, which considers language as the practice that organizes and signifies human actions. Thus, after dialogical practices developed during weekly meetings of 90 minutes, focused on oral, reading and writing activities related to elderly people´s life stories, the aged participants responded to a semi-structured interview.
Results: the results allowed verifying that dialogical activities had positive effects on elderly people´s social participation and autonomy, so, they could have: a) more confidence and freedom to use the language; b) strength and reassurance to make decisions; c) more possibility to cope with aging; d) enhancement of their self-esteem and self-worth.
Conclusion: it can be concluded that activities based on dialogical practices can promote an active, participatory aging, with a better quality of life.
Keywords
Resumo
Objetivo: compreender os efeitos que práticas dialógicas têm na participação social e autonomia de pessoas com mais de 60 anos, bem como na maneira que enfrentam a própria velhice.
Métodos: fundamentado na análise dialógica do discurso, esse estudo, de caráter qualitativo, considera a linguagem como trabalho que organiza e dá sentido às ações humanas. Assim, durante um ano, após promover encontros semanais de 90 minutos, voltados a práticas orais, de leitura e de escrita, relacionadas às histórias de vida, participantes idosos responderam a uma entrevista semiestruturada.
Resultados: os seus enunciados permitem afirmar que as atividades dialógicas tiveram efeitos positivos sobre a participação social e a autonomia, gerando-lhes: a) mais confiança e liberdade para usar a linguagem; b) fortalecimento e segurança para tomadas de decisões; c) mais possibilidade para o enfrentamento da velhice; d) além do aumento da autoestima.
Conclusão: pôde-se concluir, sem generalizações, que um trabalho pautado em práticas dialógicas viabiliza a promoção de uma velhice ativa, participativa e com qualidade de vida.
Palavras-chave
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Submitted date:
10/09/2019
Accepted date:
07/10/2019


