Quantitative evaluation of tongue pressure in children with oral breathing
Avaliação quantitativa da pressão de língua em crianças com respiração oral
Elaine Cristina Bezerra dos Santos; Hilton Justino da Silva; Amanda Roselle Cândido Correia; Priscila Rossany de Lira Guimarães Portella; Daniele Andrade da Cunha
Abstract
Objective: to quantify tongue pressure in children with oral breathing and to describe their respiratory clinical manifestations, comparing them to the objective evaluation
Methods: the study was performed with 60 children, four to nine years old, treated at the outpatient clinics of the Pernambuco Clinical Hospital, Federal University of Pernambuco, distributed into two groups, with and without oral breathing. The collection consisted of a survey of respiratory clinical manifestations, application of the protocol on respiratory mode and assessment of tongue pressure, using the Iowa Oral Performance Instrument (IOPI).
Results: male predominance and correlation between diagnosis of allergic rhinitis and/or nasal obstruction and the clinical diagnosis of oral breathing were observed. There was a statistically significant difference between the groups for usual position of open lips, open mouth, sagging facial expression muscles, narrow nostrils, shortened upper and everted lower lip. The mean tongue pressure in children with oral and nasal breathing presented a mean of 38.27 Kpa and 53.73 Kpa, respectively.
Conclusion: tongue pressure decreased in children with oral breathing, corroborating that which is reported in the literature. There was agreement between the results of respiratory clinical characteristics and the objective evaluation.
Keywords
Resumo
Objetivo: quantificar a pressão de língua em crianças com respiração oral e descrever as suas manifestações clínicas respiratórias, comparando-as à avaliação objetiva.
Métodos: o estudo foi realizado com 60 crianças de 04 a 09 anos de idades atendidas nos ambulatórios do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, distribuídas em dois grupos, com e sem respiração oral. A coleta constou do levantamento das manifestações clínicas respiratórias, da aplicação do protocolo sobre o modo respiratório e da avaliação da pressão de língua utilizando o Iowa Oral Performance Instrument (IOPI).
Resultados: observou-se predominância do sexo masculino e correlação entre o diagnóstico clínico de rinite alérgica e/ou obstrução nasal com o diagnóstico clínico de Respiração oral. Houve diferença estatisticamente significante entre os grupos para posição habitual dos lábios entreabertos, boca aberta, flacidez dos músculos da expressão facial, narinas estreitas, lábio superior encurtado e inferior evertido. As médias das pressões de língua em crianças com respiração oral e nasal apresentaram médias de 38,27 Kpa e 53,73 Kpa, respectivamente.
Conclusão: foi verificada diminuição da pressão de língua em crianças com respiração oral, corroborando com o que é referido na literatura. Houve concordância entre os resultados das características clínicas respiratórias com a avaliação objetiva.
Palavras-chave
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Submitted date:
02/05/2018
Accepted date:
06/03/2019


